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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

BELLE ÉPOQUE SÉCULO XXI

BELA ÉPOCA!


ÉPOCA DE MUITA BELEZA... INOVAÇÃO... E, PAZ!


ÉPOCA DA ARTE NOVA... CULTURA... E CORES VIVAS!


BELA ARTE!



ADOREI RAQUEL!



FOTOS: RAQUEL BEDUSCHI GOMES PHOTOGRAPHY




EM BELA ÉPOCA,
ADORÁVEL SEDUTORA.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

A TORMENTA DE SANTA ROSA

A “Tormenta de Santa Rosa” é uma expressão popular pela festividade de “Santa Rosa de Lima”, “Rainha das Américas” para designar uma “Tormenta” que aconteceu cinco dias antes e depois de 30 de agosto. Isabel Flores de Oliva e seus poderes mágicos impediram que os “Piratas” holandeses atacassem Lima.





Fotos: Raquel Beduschi Gomes

Atormentada,
Adorável Sedutora.

domingo, 30 de agosto de 2015

O PERFUME DA CASA É VERBENA

Considerado como símbolo de boa sorte, o arbusto da verbena é cultivado tradicionalmente nas encostas do Mediterrâneo. Também conhecida como erva “encantada”, “enfeitiçada” ou “curativa”, a verbena tem uma fragrância cítrica agradável. Seu extrato natural é reconhecido pelas suas características refrescantes e tranquilizantes.





Assim fui recebida com muita sorte e carinho e encontro-me “enfeitiçada” com tão lindo jardim cujo nome “Jardin Escondido” by Coppola.

Encantada,
Adorável Sedutora.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

JARDIM ESCONDIDO!

Francis Ford Coppola é um produtor, roteirista e cineasta norte-americano. É um dos mais célebres cineastas de todos os tempos. Ficou famoso no mundo por dirigir uma das mais aclamadas trilogias da história do cinema: “O PODEROSO CHEFÃO”, que conta a história da família mafiosa Corleone. O filme foi indicado a dez Óscars e venceu nas categorias de “Melhor Filme”, “Melhor Roteiro Adaptado”(Coppola e Puzo) e “Melhor Ator”(Marlon Brando).

Mas no momento estou estudando sobre um Filme de 2009 escrito e dirigido por Francis Ford Coppola cujo nome “TETRO” porque o Filme se passa em Buenos Aires e narra a relação entre dois irmãos norte-americanos. “Tetro” muda de nome e se afasta de toda a sua família e “Bennie” visita o irmão enquanto a embarcação onde trabalha como garçom fica ancorada em Buenos Aires.

É pra lá que eu vou... Hospedar-me na casa de Coppola... Sorrindo! E enriquecer a minha mente captando as boas vibrações descansando num “Jardim Escondido”!

Curiosa,
Adorável Sedutora.

segunda-feira, 23 de março de 2015

MUITO OBRIGADA!


Viver e não ter a vergonha de ser FELIZ!


Quero agradecer a todos as lindas felicitações pelo dia do meu aniversário... Todas as mensagens, todos os e-mails e todos os telefonemas! Todas elas significam muito para o meu coração! 


Essa vibração recebida é tão boa, positiva e poderosa que capaz de encher minha alma de alegria. 
Todos vocês, meus queridos Amigos, são muito importantes para mim. 


E o maior Presente é poder carregar em minha mente cada gesto de carinho recebido.



É A VIDA, É BONITA
É BONITA!






MUITO OBRIGADA!



Com Gratidão,

Izabel.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

UM PRESENTE... UMA PRECIOSIDADE! SR. FRANCISCO BRENNAND 3° ATO

Muito emocionante foi o momento que o Sr. Francisco solicitou o Livro sobre a Exposição em Berlim e presenteou-me... Pedi um autógrafo... Ele autografou com muito carinho.
E, algumas lágrimas rolaram sobre a minha face vindas do fundo de minha alma de felicidade e gratidão.
GRANDE ARTISTA... GRANDE HOMEM... GENEROSO AMIGO!




Na Exposição de Berlim foram mostradas cerca de 500 obras quase a sétima parte de obra de Brennand. Berlim, maio de 1993.



O “Templo” do Sr. Brennand é místico onde a Arte é criada ao som e dança através das mãos desse fabuloso artista. O Sr. Brennand é um apaixonado pela arte e vive se alimentando da sua genial arte.




Com Carinho,
Adorável Sedutora.












sábado, 31 de janeiro de 2015

IMÓVEIS MAS NÃO INERTES - SR FRANCISCO BRENNAND 2º ATO


 
Minha bonita estória com o Sr. Francisco Brennand começou há alguns anos atrás quando escutei de uma amiga que esteve na sua Oficina e o viu caminhando entre as suas magníficas obras com as barbas longas e brancas e os cabelos presos num rabinho. Esta foi a imagem que me inspirou e tão gravada em meu subconsciente ficou... Que o sonho tornou-se realidade!

Comecei a me corresponder por e-mail com a secretária do Sr. Francisco, Cristiane Nascimento, perguntando se seria possível fazer uma entrevista com um tão genial artista e talvez umas fotos. Ela respondeu quais perguntas eu gostaria de fazer...

Enviei as sete perguntas e fiquei pensando o que exatamente perguntar para uma personalidade mundial? Mas pensei... Pensei... Parece que fiquei envolta numa emoção...

 

Prezada Cristiane Nascimento, 


Em resposta ao seu e-mail, envio-lhe por meio deste, as perguntas elaboradas ao artista Francisco Brennand. Entretanto, o meu principal interesse é conhecê-lo pessoalmente, porque senti ao estudar a vida dele uma intuição que me levou à sensação metafísica de identificação. 


1: A sua educação e convivência junto aos seus pais – na infância –, influenciaram o seu interesse pelo mundo artístico? 
2: Na juventude é notório que o Sr. iniciou amizades com Débora de Moura Vasconcelos e Ariano Suassuna; o relacionamento que o Sr. estabeleceu com os dois lhe inspirou e ou incentivou de que maneira a sua arte? 
3: Por que os seus totens mesclam, à minha percepção, ora abundância ora tristeza? E, levantando em consideração o quê fantástico dos mesmos, de que maneira o Sr. se comunica com eles e vice-versa?
4: E como o Sr. administra a inspiração para compor objetos artísticos de cerâmica tão diversificados? 
5: A que o senhor atribuí a sua inspiração artística e como o Sr. define a sua arte?
6: O Sr. tem, elegeu ou pretende ter algum discípulo que possa dar continuidade à sua dedicação artística? 
7: Por fim, qual a sensação de alcançar a realização profissional artística; deixando um riquíssimo legado para o Nordeste, o Brasil e o mundo? 

P.s: Se o Sr. Brennand não gostar ou não quiser responder as perguntas acima, gostaria apenas de uma breve conversa – para sentir a mística energia do artista –, e se possível fazer algumas anotações... Se possível, também, uma foto com o Sr. Brennand. 

Atenciosamente 

Izabel Mussi

 

Para minha feliz surpresa, agora do próprio Sr. Francisco... Estremeci... Fiquei muito emocionada e até com receio de abrir... Mas quando abri o e-mail com suas ricas e generosas respostas... Chorei de alegria. Fiquei muito feliz.

 



Prezada Sra. Izabel Mussi,

 

Em primeiro lugar, congratulo-me pelo fato de você ser uma parapsicóloga e escritora. Passemos às suas indagações:


1: A sua educação e convivência junto aos seus pais – na infância –, influenciaram o seu interesse pelo mundo artístico?

 

Ortega y Gasset disse uma vez: “Eu e minhas circunstâncias”. Então, não pude evitar o fato de ter nascido numa casa em que o seu dono cultivava certos valores artísticos. Além disso, tocava piano. Meu pai era um cultor de Beethoven e lia Balzac no original. Na sua biblioteca estavam presentes Shakespeare, Balzac, Machado de Assis, “A História Natural”, de Buffon, a “Bíblia Sagrada”, ilustrada por Gustave Doré, o “Dom Quixote”, de Cervantes – livros ilustrados que, nós irmãos olhávamos. Agora que influência isso teve sobre os meus irmãos? Não sei. Sobre mim exerceu uma fascínio definitivo.

Entre outras virtudes, meu pai era um colecionador de arte. Colecionava porcelanas da China e quadros. Fui encarregado, e poderia ter sido meu irmão mais velho, para verificar o andamento de uma restauração de quadros entregues a um pintor (o único restaurador existente no Recife, o pintor Álvaro Amorim), isso em 1942, quando eu tinha apenas 15 anos. A partir deste momento, posso dizer que jamais pensei noutra coisa a não ser me dedicar à pintura e a tudo o que ela poderia representar.


2: Na juventude é notório que o Sr. iniciou amizades com Débora de Moura Vasconcelos e Ariano Suassuna; o relacionamento que o Sr. estabeleceu com os dois lhe inspirou e ou incentivou de que maneira a sua arte?

 

Esse encontro foi definitivo não só na minha formação como nas minhas direções sentimentais, pois, do namoro com Deborah de Moura Vasconcelos, acabei por casar-me com ela e viajar para Paris. Encontrei-a no mesmo colégio em que estudava Ariano Suassuna. Ambos, como eu, cultivavam a literatura e de uma maneira singular Ariano tinha bastante conhecimento de pintura, coisa rara num aprendiz de escritor. E acontece que, o  jovem Ariano, sendo egresso do Ginásio Pernambucano, esse colégio estadual se dava ao luxo em ter uma biblioteca, onde Ariano pôde consultar alguns livros sobre pintura moderna: o impressionismo e o cubismo francês e o expressionismo alemão.

Antes de embarcar para Paris, muito enamorado de Deborah, modelei a sua cabeça em barro mas não queimei. Ela tinha um perfil grego, de grande beleza. Como a escultura não passou pelo forno, tive o desprazer de, ao voltar da Europa, encontrá-la quebrada. Felizmente, sobrou-me uma fotografia. O único testemunho de minha aventura cerâmica anterior a minha conversão definitiva ao mundo cerâmico é, portanto, apenas uma diminuta foto em preto e branco.

A vocação de Deborah para a poesia  veio da infância mas ela manteve em segredo. Na verdade, seu poema “Na longa claridade” é uma das mais belas coisas escritas sobre mim. Chego a dizer que se os seus oito livros publicados tivessem sido escritos na língua inglesa, ela seria, com certeza, a maior artista de todos nós. Não tenho dúvida nenhuma. O poeta Roberto Alvim Corrêa (1901-1983) que viveu a maior parte de sua vida na França e que criou uma editora em Paris, as Édition Corrêa, viu os poemas de Deborah e ficou encantado. Pediu para fazer um prefácio no momento em que ela publicasse o seu primeiro livro. Isso veio a acontecer em 1965. Prefaciou “O Punhal Tingido”, cuja capa é de minha autoria.

Neste prefácio, Roberto Alvim chega a declarar que “o artista veementemente barroco não é o pintor (isso se referindo a mim), é o poeta, o que faz pensar em pintores como, entre outros, Rouault, Vlaminck, outrora Bosch, Brueghel, Herrera (o velho), Valdês Leal. Veja bem, o crítico elogia o poeta (Deborah) e fala no seu espírito barroco comparando-a a pintores antigos e modernos da mesma estirpe e isso sabendo-a casada com um pintor. Preciso dizer mais?

 

3: Por que os seus totens mesclam, à minha percepção, ora abundância ora tristeza? E, levantando em consideração o quê fantástico dos mesmos, de que maneira o Sr. se comunica com eles e vice-versa?

 

Os totens urdidos pelos homens não escapam da essência de seus criadores. Ora, dizia Montaigne: “Todo homem carrega em si a forma inteira da humana condição”.

Sirvo-me frequentemente da mitologia grega e também de episódios históricos. Assim, falando na Revolução Francesa, os meus heróis não foram os revolucionários e sim o pobre Luís XVI e a desafortunada princesa austríaca Maria Antonieta. Em todo caso, Joana D’Arc tem um papel de destaque e é considerada heroína e santa. Realizei “mil e uma esculturas’, como “as mil e uma noites” e posso assegurar que elas são “imóveis mas não inertes”, no dizer do poeta D’Annunzio, citando uma legenda latina.


4: E como o Sr. administra a inspiração para compor objetos artísticos de cerâmica tão diversificados?

 

Da minha cerâmica posso dizer sem susto: ela é carregada de uma pesada carga sexual. Uma vida de aventuras excessivamente libidinosa me fez refletir sobre o que representa o ato sexual além da atração e, sobretudo, as complicações que existem em relação a nossa própria sexualidade.

Basta dizer que este assunto espinhoso está sendo discutido até em praça pública e em passeatas. Uma confusão babélica. Não existe nada mais confuso do que a nossa sexualidade. Devemos ao historiador britânico Arnold J. Toynbee (1889-1975), que não devia nem ser um entendido em sexo, uma observação genial: “O sexo mais do que a morte deixa o homem diante de uma perplexidade insanável”. Mais do que a morte. Nada nos deixa mais inquietos e sem graça do que a morte, mas, o sexo nos faz ainda mais perplexos do que a morte. Se há alguma coisa que não entendemos, é a nossa própria sexualidade. Camille Paglia (“Personas Sexuais”), afirma que não está no nosso alcance entendermos a nossa sexualidade. Caso isso fosse possível, entenderíamos o Universo. Para mim, a sexualidade é o grande Enigma porque nela está embutida a reprodução – um emblema de imortalidade. As coisas são eternas porque se reproduzem.


5: A que o senhor atribuí a sua inspiração artística e como o Sr. define a sua arte?

 

Sou profundamente ligado aos arcaísmos ou seja,  as informações primordiais (primevas). Quando talvez a palavra beleza ainda não tivesse sido pronunciada. Portanto, estou muito ligado, por assim dizer, ao mundo do fetichismo. Aliás, a própria restauração da antiga Cerâmica São João da Várzea foi toda feita por mim próprio sem consultar sequer nenhum arquiteto. Preferi minhas recordações de infância quando brincava com meus irmãos nesses corredores penumbrosos e nos velhos fornos que mais pareciam catacumbas. O mistério deveria ser preservado.


6: O Sr. tem, elegeu ou pretende ter algum discípulo que possa dar continuidade à sua dedicação artística?

 

Permaneço o primitivo do meu próprio caminho. Formei artesãos, não artistas. Talvez os quatro volumes do meu diário que mantenho desde 1949, quando publicados, possam esclarecer essa afirmação.


7: Por fim, qual a sensação de alcançar a realização profissional artística; deixando um riquíssimo legado para o Nordeste, o Brasil e o mundo?

 

Posso dizer um tanto melancólico que minha obra não está terminada. Precisaria viver mais 50 anos para concluí-la.

 

Respondi agradecendo

 

Caro Sr. Francisco Brennand,

 

Primeiro quero agradecer a sua gentileza e sensibilidade ao responder as minhas perguntas. Fiquei emocionada e muito feliz!


Durante uns dias fiquei refletindo sobre o quanto aprendi com as suas generosas respostas.


Senti-me honrada também e imagino quão belo Ser existe aí. Parabéns, o Senhor é genial, suas obras são fantásticas, eu o admiro muito. Quanta riqueza!


Vou agora sentir as suas obras... Vou tocar... Olhar... Sentir!

 
 


Pretendo visitar a sua Oficina na próxima sexta-feira dia 23 e, vou senti-lo através das suas obras. Posteriormente farei uma bonita matéria a seu respeito.

 

Escrevi uma autoterapia cujo título “Adorável Sedutora... Uma sessão de autoterapia” e, pretendo lançar em breve. É uma narrativa dividida em “atos” muito interessante. É um livro contemporâneo que fala sobre sedução, sexo e prazer de maneira natural e bonita. Eu me refiro a uma “plateia” onde existe certa necessidade de compô-la adequadamente.

 

Desculpa Sr. Francisco por escrever tantas coisas, mas realmente aprecio muito a sua cultura e sabedoria.

 

Com carinho,

 

Izabel Mussi.


Porque percebi que ele havia aberto um espaço. Porque respondeu as perguntas generosamente, mas não se despediu.

Depois de uns dias, a secretária do Sr. Francisco me enviou um e-mail dizendo que ele gostaria de conversar comigo. Comigo?

 

Olá Izabel!
Bom dia!

O senhor Brennand gostaria de lhe encontrar e conversar com você. 
Dessa forma, ele pede que assim que você chegar na
Oficina,  na sexta-feira, dia 23 se identifique na portaria da Oficina.

Grata.
Quase desmaiei.

Pediu que quando eu chegasse à Oficina, me identificasse e ainda me agradeceu.

A minha emoção foi crescendo... Acredito que temos uma afinidade metafísica, porque quando fui me aproximando da sala onde se encontrava o Sr. Francisco, um som calmante... Os cânticos gregorianos que tanto gosto. Parecia que eu estava num local misterioso... Calmante... Belo!

A porta abriu e logo o beijei no rosto como se já o conhecesse há muito. Nossa conversa foi longa e informal. Ele é Encantador... Aprendi muito com ele. Ele está no meu coração e vou carrega-lo sempre com muito carinho. Obrigada! Muito obrigada!

Sr. Francisco é um gênio na arte da cerâmica.

Ele é ADORÁVEL.

 

Com amor,

Adorável Sedutora

 

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

AS FACES DE UMA LIBANESA



Antes de ir para Buenos Aires, fui convidada para um ensaio artístico com a Raquel. Foi uma experiência maravilhosa onde tudo aconteceu naturalmente. Nos divertimos muito!

A Raquel enviou-me um e-mail onde pedia que eu levasse junto na mala uns lenços. E logo pensei “lenços?, vou levar só uma bolsa de mão e a artista quer lenços?”, então lembrei-me da roupa de libanesa que tenho, que possui alguns lenços e é super fácil de levar. Logo que me dei conta disso, a roupa foi direto pra mala!

O trabalho da artista visual não pretende ser perfeitinho, seus estudos captam expressões do real e movimentos com informação. É ARTE! DIFERENTE E RICA! PROFUNDA E INTERESSANTE!

Raquel Beduschi Gomes possui um talento surpreendente! Fiquei encantada e aprendi um pouco mais sobre o mundo das artes visuais. É lógico que o hotel quase parou! Fomos a todos os lugares: restaurante, piscina, elevador, banheiro, quarto, cada cantinho! Foi o máximo!

A artista usa a tecnologia digital para expressar um conhecimento adquirido formalmente em diferentes cursos de artes, assim como serigrafia artística, laboratório fotográfico de imagens analógicas, colagens com materiais descartáveis, enfim, arte contemporânea fabulosa. Licenciada em Educação Artística como base de sua formação acadêmica, ela observa, busca experiências cognitivas e expressivas através da linguagem que desenvolve.

Raquel diz perceber a arte em quase tudo que a rodeia. Nas pessoas e no que carregam dentro de si. Hoje apresento a vocês a série “Faces de uma Libanesa”, fotografada pela Raquel Beduschi Gomes. Curti o ensaio, foi como uma brincadeira, porque estava muito a vontade com a Raquel que tenho a honra e o privilégio de considerar como uma grande amiga! Que carrego no coração!

Abaixo as fotos do ensaio. Confira!

















Muito rica a experiência! Obrigada Raquel!


DICA:

Vale muito a pena conferir o trabalho da Raquel no Flickr dela. Suas imagens nos provocam para um novo tipo de olhar.

Com carinho,


Adorável Sedutora.


Crédito: Raquel Beduschi Gomes

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

EM APENAS QUATRO DIAS


Fiz tantas coisas maravilhosas que parece que renovei minha mente... Excelente!


É sabido que adoro Buenos Aires, precisamente o bairro de Palermo. Você caminha pelas ruas lotadas de restaurantes, cafés, lojas, galerias de arte, tudo muito pitoresco!

Aprecio muito os hotéis boutiques existentes na região que contam com atendimento personalizado e alimentação balanceada. Saudável...Confortável... Uma delícia!





Dormi em uma das esquinas mais emblemáticas de Palermo Soho, junto a tradicional Praça Serrano. Era um clássico convento em estilo espanhol, totalmente remodelado para se transformar na opção de maior inovação de hospedagem premium em Buenos Aires.

No bairro mais boêmio da cidade, o NUSS Hotel é uma mistura exata entre a matéria e o espírito. Dormi sozinha maravilhosamente bem, numa cama enorme e confortável... Ai, que tranquilidade! O hotel possui um estilo eclético, com vinte e dois quartos distribuídos em três andares unificados por um pátio central – o antigo claustro de várias mulheres -, configurando um lugar único resguardado por árvores centenárias que rodeiam o hotel. E veja que máximo: a janela do quarto que fiquei tem vista para o antigo claustro!



Fui a Buenos Aires para trabalhar, respirar um pouco de cultura e estar com meus queridos amigos, pegar um sol porteño e descansar.

Muitos compromissos mas todos extremamente interessante! Assim tudo aconteceu tranquilamente. Não fui para fazer compras porque não tenho muita paciência. Compro apenas um tipo de jeans que gosto muito e que em Palermo tem uma loja da marca. Sempre que vou para Buenos Aires compro meu par de jeans Diesel. São confortáveis e elegantes! Comprei uma calça linda! Vi um macacão jeans justo, que quase trouxe para minha amiguinha do coração mas abri mão porque era muito caro e, caso não servisse, ficaria doida! No início do próximo ano, ela vai comigo!

Todas as manhãs eu pegava um sol delicioso na piscina do hotel e bebia duas cervejas Corona com amendoins. A partir das três da tarde começava meus trabalhos, que foram uma matéria com o artista plástico Jorge Bascoy  - confere aqui no blog – e um ensaio fotográfico com a artista visual Raquel B. Gomes. UMA REVELAÇÃO!



Quando estou em Buenos Aires, sou recepcionada de uma maneira muito interessante mas isso contarei em outro momento porque foi muito emocionante!

Muitos momentos de alegria e felicidade... ISTO É VIDA!!

ADORÁVEL É VIVER!

OBRIGADA!

Os quatro dias passaram voando. Ah!, estive num maravilhoso restaurante árabe! De tão delicioso, comi tanto e minha calça ficou apertada. Sabem como é, né? Depois, pra finalizar, um sorvete maravilhoso, mais um cafezinho com chocolates finos... SATISFEITA!



Com carinho,


Adorável Sedutora.




Crédito das fotos: Raquel B. Gomes

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

A ARTE CINÉTICA DE JORGE BASCOY

Existe um local em Buenos Aires no bairro de Palermo Hollywood que sempre está em primeiro lugar em meus roteiros quando viajo para a Argentina, que quero visitar com alegria e arte no coração... E fui!




A cada visita fico mais encantada com aqueles movimentos que envolvem a alma alegremente! Então começo a sorrir. E é lindo!

Jorge Bascoy começou trabalhando com Efeitos Especiais e aprendeu a trabalhar com as ferramentas. Foi quando um diretor de cinema apareceu com um livro sobre a obra de Alexander Calder  - expoente da op art no século XX -, e pediu a Jorge se era possível criar uma reprodução da obra de Calder, conforme constava no livro. Jorge aceitou a proposta independentemente do tempo que levaria para realizá-la. Começou a estudar Calder que desconhecia à época. Neste momento, o artista se encontrava em crise existencial e sentiu que na obra de Calder encontrara a origem para a felicidade! Jorge se identificou com a linguagem de Calder e percebeu que era o mesmo sentimento que tinha durante a infância: O DE FELICIDADE!




Passou a fazer o que fazia quando criança, de forma adulta e feliz! Calder era muito feliz, fazia muitas pessoas felizes com suas obras. Produzia tal felicidade a partir de suas obras de arte cinéticas! E Jorge Bascoy não ficou de fora desse privilégio das sensações!



Jorge se concentrou na arte cinética que é etérea, é a parte cósmica da arte. Os movimentos aleatórios...  em que cada momento é uma SURPRESA, pelas diferentes formas que vão  se criando.



Os MÓBILES são importantes para estes dois artistas. Esculturas em três dimensões onde a pessoa não precisa dar a volta ao redor da obra porque é ela própria que gira, provocando movimento em vários os sentidos.

Os compradores dos mobiles geralmente são empresários, pois devido ao movimento lento da obra gera-se uma redução do estresse e da velocidade das pessoas. Fruir as obras, tanto de Calder quanto de Bascoy, é um convite para desacelerar. Olhá-las é desfrutar um movimento lento...



E, pessoas que vivem em alta velocidade – muitas vezes essa velocidade é opressora -, os mobiles baixam essa rapidez, acalmam...  E tranquilizam!

Jorge Bascoy é referência mundial nas artes cinéticas!  Aprecia explorar outras formas onde os protagonistas são a luz e a sombra. Suas obras são comercializadas ao redor do mundo. A princípio, os europeus foram seus primeiros compradores.



Com a mudança do conceito e da percepção de arte na Argentina, impulsionada pelos serviços de arquitetos e decoradores, obras de arte tornaram-se mais acessíveis e deixaram de ser exclusividade das elites. Muitas pessoas começaram a adquirir obras de arte para suas casas, empresas, também hotéis e bancos! Em todos os lugares que se instalam, os mobiles contribuem para a harmonização do ambiente.

O que mais estimula a conhecer as obras de Jorge Bascoy é porque sabem que encontrarão um objeto de arte diferente. É muito difícil encontrar obras novas nesse estilo após a morte de Calder – sua obra, ainda assim, continua viva na memória e na matéria. No trabalho de Bascoy, a estruturação das obras se repete e se mantém, porém as formas que resultam desse trabalho são diferentes da linguagem de Calder.

E hoje, em Palermo Holywood em Buenos Aires, exclusivamente, temos um artista capaz de criar os mais diversos tipos de mobile. Estudante autodidata, aprendeu reproduzindo a obra do mestre.
Hoje, Jorge Bascoy continua a referenciar a obra de Alexander Calder e ama desenvolver sua linguagem através dos mobiles.

Jorge tem seu próprio Espaço e faz parte da nova geração de artistas independentes, que comercializa sua própria obra sem ser representado por galerias. E o contato direto com o artista é rico e precioso porque beneficia tanto o artista quanto o comprador. Aproximar-se do criador torna a obra cada vez mais exclusiva.

Sua sala de exposição é considerada por Jorge um céu, com muitas estrelas e um lugar onde reina a tranquilidade e a calma. Ele é genial! Um artista que possui muita paz!



A reação dos compradores que o procuram é de SURPRESA e alegria pois abrem sorrisos ao apreciar os objetos de arte que Jorge produz. O artista atende com hora marcada, e exclusivamente, em seu espaço de arte chamado Jorge Bascoy, aberto a todos que apreciam e amam arte.

Recomendo assistir a este curta, concebido e dirigido por Manuel Bascoy: clique aqui para assitir!

Jorge nasceu em Buenos Aires e há 14 anos trabalha com arte cinética. É apaixonado pelo que faz e diz que, além de ser uma felicidade enorme, considera seu fazer uma grande benção. O artista tem sua obra sob curadoria da também artista visual Raquel Beduschi Gomes, que além de cuidar da curadoria, faz a representação comercial da obra de Bascoy.





DICA:
Quando for a Buenos Aires, tire um tempo para conhecer as várias galerias e museus de arte espalhados pela capital argentina e não deixe de perder a oportunidade de conhecer e se maravilhar com o espaço de Jorge Bascoy, acompanhando seu processo criativo e, por que não também, levar uma de suas obras pra casa. Vale super!!!

Com carinho,

Adorável Sedutora

Serviço:
Kinetic sculpture | Mobile & Stabile
Avenida Cordoba, 6039 – Buenos Aires, Palermo Hollywood.
Contato:
(011) 4775 4159

Crédito das fotos: Raquel Beduschi Gomes